A ESTRELA DA NOITE

- Psiu!... Devagar!... Agora somente o silêncio é quem reina na Floresta de Poesia. Os bichinhos estão todos dormindo, encantados. E uma frouxa luz amarela protege a Cidade de Capim. As estrelas cadentes cruzam o céu, numa festa cintilante. Os sonhos nascem. São os guardiões da Floresta. Uma paz imensa envolve os corações que amam... São perfumes de flores... Risos de criança... Cantos de poeta em noite calma! Fiquem todos em paz... E que o amanhã desperte, na luz de um novo dia.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

APRESENTAÇÃO DO LIVRO FLORESTA DE POESIA, POR LORENA, A MAIS NOVA LEITORA!

Que maravilhosa esta apresentação e indicação de leitura! Obrigado Lorena pela postagem e pelo carinho... Pra vc que tem os olhinhos da Jabuticabinha... segue um rockzinho pra festa do aniversário da Joaninha chamada Luiza, uma das personagens do livro (Ver o poema O ANIVERSÁRIO DA LUIZA)

E MAIS ESTE AGITO DA MÚSICA "BRINCADEIRA NA FLORESTA"...



ABRAÇÕES E BOA LEITURA SEMPRE!!!!

WAGNER FERNANDES FONSECA.

sábado, 12 de dezembro de 2015

FLORESTA DE POESIA - 15 ANOS - HOMENAGEM AO AUTOR



Coral infantil com os alunos do 
Colégio Nogueira Cobra, em Bananal - SP. 


O ANIVERSÁRIO DA LUÍZA - Coerografia da Duda (Maria Eduarda) - Dançarinas: Fernanda, Carolina, Maria Eduarda, Betina, Ana Clara, Marcela, Thayane e Thainá




BRINCADEIRA NA FLORESTA - CORAL INFANTIL





O SAPO MARCO ANTÔNIO E O MOSQUITO FEIJÃO
HOMENAGEM PARA CÉSAR FONSECA - Com os alunos do professor Samandal Sabadine Izoldi.



O ANIVERSÁRIO DA LUÍZA - ENSAIO GERAL


A CIDADE DE CAPIM / MELHORES AMIGOS - Alice, Sara e Sophia.



SERENATA - Bárbara, Marcela e Alana


MELHORES AMIGOS - Cantiga do vento e da rosa


O SAPO MARCO ANTÔNIO E O MOSQUITO FEIJÃO


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

SERENATA




Poema do livro de fábulas FLORESTA DE POESIA, de Wagner Fernandes Fonseca - Recitação das alunas: Bárbara, Marcela e Alana - Especial 15 anos do livro infantil. Colégio Nogueira Cobra. Projeto desenvolvido pelos professores: Samandal, Rosalina e Flávia, juntamente com o autor do livro.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

DO AMOR QUE MOVE O CÉU E AS MAIS ESTRELAS...



"(...) Mas a sementinha, curiosa, que não se conformava mais com uma ideia tão limitada de mundo, quis se aventurar. Com toda coragem, começou a subir... subir... subir... até que, encontrando o limite entre a terra e o ar, sentiu o calor do sol batendo em seu rosto e viu os raios luminosos do dia pela primeira vez. 

     Ficou ao mesmo tempo assustada e embevecida. Não imaginava que pudesse existir algo assim tão belo. 

     Começou a conhecer o mundo, as coisas, as cores, as folhas, as flores, os rios, as árvores e o sopro do vento. 

        Em tanto encanto olhou para si mesma... E percebeu que também havia mudado. Já não era mais uma semente, era um broto, uma folhinha verde crescendo... E viu que tudo isso era bom, que o amor é uma melodia silenciosa que toca mais fundo na alma... 

       Como contar às outras o que descobriu? Não poderia mais voltar. Mesmo se voltasse elas não acreditariam. 

          Era grandioso demais tudo o que havia encontrado. Tão diferente daquela covinha escura debaixo da terra. Contudo, era ainda lá que mantinha suas raízes, que lhe davam forças para ficar de pé e energia para viver. E isso também era bom.Quando chegou a noite, a lua clareou o céu e as estrelas brilharam intensamente. A “sementinha em folha” viu que ainda havia muita coisa para conhecer e amar. E, mesmo que viesse a sofrer por isso muitas vezes, valeria à pena. 

       Sim, valeria à pena doar todo o seu perfume e toda a sua essência aos braços do infinito céu azul, cheio de mistérios e estrelas cintilantes."

(Trecho da fábula "As três sementinhas", Floresta de Poesia, página 27).


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

CAMINHOS PARA A FLORESTA...

(...) A tarde avermelhada ia caindo vagarosamente naquele pedacinho de chão, onde estava o Velho Besouro, sentado em sua tampinha de garrafa, com o chapéu ao colo e a bengala entre as mãos, tendo em volta a Baratinha, de pé, com as mãos na cintura, o Ratinho todo encolhido perto da Formiguinha e o Calanguinho com as pernas cruzadas e as mãos no queixo, com ar de sabido.



O Besouro olhava sempre ao longe, como que buscando no infinito a primeira estrela da tarde, a anunciar a saudade e as canções de uma terra distante, de um olhar amigo ou até mesmo de um amor.  Em torno do grupinho via-se uma latinha de coca-cola vazia, em pé, servindo de muro. Uma tampinha de caneta, onde a Formiguinha encostava o pequeno corpinho frágil. Uma velha caixinha de fósforo, jogada fora e, ao fundo, prédios, ruas, pontes, postes, torres e outras coisas estranhas de cidade grande.

De repente, a Baratinha se assustou:

- Cadê o riacho? - disse interrogativa, olhando para um filete de água que descia da montanha.

- O riacho fugiu... - respondeu o Besouro.

- Cadê a floresta? - tomou a vez o Ratinho. - Só vejo casas e prédios.

- Isso é muito triste - lamentou-se a Formiguinha.

- Ainda existe um lugar...

- Que lugar é esse? - perguntou a Formiguinha, levantando apressada da sua tampinha de caneta.

O Besouro respondeu:

- Vê além, muito além daqueles prédios, daquelas serras e montanhas?

- Sim - respondeu o Calanguinho.

- Lá ao longe - tornou o Besouro -, lá onde surge a primeira estrela da tarde, onde a brisa descansa suas asas, lá existe a Floresta de Poesia. (...)

(Patchwork da Dona Lelei - Panor)